Intolerância e extremismo, não são sinônimos, mas são filhos do mesmo pai e da mesma mãe. Quando nascem, além de tudo, como fruto de posições ideológicas, sejam elas políticas ou religiosas, mais se assemelham e se tornam intoleráveis para a civilização, a convivência, a vida em comum. Representam, junto com os conceitos de racismo, violência, intimidação, prepotência, agressão, os indicadores mais garantidos para a guerra, a morte, a destruição.
Por princípio, sou tolerante, tanto que aceito católicos, protestantes, judeus, muçulmanos, seja lá o que for. Não pergunto aos novos amigos que faço, se professam esta ou aquela religião, até porque isso não me diz respeito, sendo eu desligado de qualquer uma delas.
Tolero, verbo derivado do substantivo tolerância, qualquer pensamento ou atitude.
Mas, não posso concordar com a agressão aos direitos alheios, inclusive com o uso de armas de destruição em massa, de ataque indiscriminado que atinge populações inteiras, sem distinção de idade, profissão, atividade ou posição política.
Hamas ou Israel? Palestinos ou israelenses? Habitantes de Gaza ou do estado israelense? Não tenho nenhum motivo para tomar partido, mas não posso, e este é um direito que me assiste, ouvir falar nessa gente que, em pleno 2009 se combate com armas mortíferas buscando a aniquilação do “inimigo”.
Por qualquer razão, e elas devem estar no subsolo, tanto da razão quanto do próprio território geológico, estes povos se digladiam há centenas de anos.
Os motivos religiosos, aparentes ou não, como já o houve na própria Europa que hoje se considera acima do bem e do mal, estão presentes na motivação que leva estes crentes ao extremo. E nos extremos está o mal, como diria um religioso de hábitos e pensamentos pelo menos aceitáveis. Convenhamos, a “Noite de São Bartolomeu” está distante nos tempos…
Vamos raciocinar, se isto for possível a essa gente embebida por profissões de fé religiosas, que acha que “os outros” estão errados, envenenados que estão pelo extremismo e pela intolerância. Não existe nada mais condenável, mais execrado pelos espíritos superiores do que estas manifestações deploráveis de cegueira, ódio e incapacidade de aceitar o outro, como uma pessoa, com seus princípios, erros e acertos.
de acordo com o consideramos correto,isso vindo desde cedo como uma especie de catequização,diferentemente de formas libertadoras de pensamentos originais que só passam a existir após sentir-mo-nos prontos para agir e persar como bm quizer-mos talves oq ainda não consideramos intolerável ou extremo passe a existir de alguma forma em uma lógica humana,mas apartir do abondono de crenças que apenas fazem com com que passemos a agir de qcordo com regras que nem ao menos sabemos o por que de seguir