Acabei de ler o “Caim”, de José Saramago, minha sexta leitura de 2010. Achei chato, confuso, pretencioso, desculpe-me o Prêmio Nobel, mas em alguns momentos a idéia vertiginosa desenvolvida por ele torna-se até interessante, mas o livro se perde…
O resultado final me pareceu abaixo do imenso talento do mais importante escritor da língua portuguesa.
Para facilitar, uso o termo da moda: “é complicado”…
Leiam, em todo o caso, formem suas opiniões e me escrevam.
A edição é da “Companhia das Letras”, o formato é próximo do “pocket” e o texto é curto. Está em 172 páginas.